O terminal para InterSystems IRIS, feito para quem vive nele.
Leia globais, consulte dados, pergunte ao Claude sobre a saída, compartilhe comandos com a equipe — sem sair do prompt.
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Aponte para uma global e ela diz o que é. Passe o mouse sobre qualquer
parte de uma linha de zwrite, de um write de um nó ou de uma listagem do
^%G, e o consisTerm mostra qual propriedade aquele subscrito ou aquela peça
^ guarda, o tipo, o tamanho e a lista de valores permitidos — lidos das
classes que mapeiam a global, no namespace em que a sessão está.
A pergunta vai por uma sessão própria, nunca pela que você está usando, e pede só a estrutura, nunca o valor de um registro. Só a primeira consulta de cada global espera.
Passe o mouse numa peça da global e leia o que ela significa.
Sugestões enquanto você digita, vindas do próprio namespace. Comandos,
funções $, globais ^, rotinas, nomes em ##class( e, no modo SQL,
palavras-chave e tabelas. As globais vêm direto do namespace — incluindo as
mapeadas e as ^mtemp… do IRISTEMP — e um prefixo com globais demais vira uma
linha por próxima letra (^TG…), que vai estreitando conforme você digita.
Dentro de ^GLOBAL( vai além: nomeia o subscrito em que você está pela
documentação da global e oferece suas constantes, seus valores listados e os
subscritos que existem ali agora. Cima/Baixo escolhem, Tab aceita, Esc fecha.
Os subscritos que existem, filtrados enquanto você digita.
Pergunte sobre o que está na tela. Analisar com o Claude abre uma sessão do Claude Code numa aba própria, já com a saída do terminal no contexto, e espera a sua pergunta — nada é perguntado por você. Escolha quanto enviar: tudo, os últimos 10 comandos, os últimos 5 ou só a seleção.
Um erro na tela, e uma aba que já sabe dele.
Requer o claude no PATH.
Uma coleção de comandos a um clique ou um atalho. As macros ficam em XML:
os {{parâmetros}} são pedidos antes de enviar, confirm="true" protege
qualquer coisa que grave, cada macro pode ter seu próprio atalho e
hide_command="true" mantém fora da interface um comando que leva senha. O
editor nas Configurações confere cada parâmetro com o comando.
O arquivo da organização é uma segunda coleção, somente leitura, que toda
cópia do consisTerm carrega ao lado da sua. Coloque org-macros.xml ao lado do
executável — ou aponte as Configurações para um compartilhamento — e a equipe
inteira tem os mesmos comandos, mantidos num lugar só. Há um modelo em
packaging/org-macros.xml.
Uma macro do menu, o parâmetro pedido e a linha enviada.
Não só IRIS. Prompt de Comando, Windows PowerShell, PowerShell 7, Git Bash,
WSL ou o que o /etc/shells listar — cada um numa aba, ao lado das sessões
IRIS, dividido com elas, com o mesmo tema. Cada shell é um .toml em
plugins/shells/, escrito na primeira vez que o app o encontra instalado e seu
para editar depois. Abrir consisTerm aqui, no menu de pastas do Explorer,
abre um naquela pasta.
IRIS, PowerShell e Git Bash na mesma janela.
- Abas e painéis divididos — uma sessão por aba, cada uma com seu
histórico de rolagem e log; divida à direita ou abaixo para uma segunda
sessão na mesma aba. A aba leva o nome da instância e, se quiser, do
namespace, acompanhando cada
ZN. - Barra de título em qualquer lado — topo, base, esquerda ou direita, como nos navegadores. Num lado, as abas viram uma coluna.
- Terminal suspenso (Windows) — um atalho global (F12 por padrão) traz a janela do topo ou da base da tela, como o Guake e o Yakuake, e a guarda de novo.
- Linhas muito maiores que a janela — o terminal informa uma margem de
16384 colunas, então um
zwritede uma global larga chega inteiro. - Cores de ObjectScript — globais, strings, macros, referências a classes e métodos, rotinas e comandos, incluindo as abreviações. Atento ao prompt, então texto comum nunca acende.
- Edição no prompt — Home/End, saltos por palavra, clique para posicionar o
cursor, e digitar
",(ou[sobre uma seleção a envolve em vez de substituí-la. - Histórico de comandos que sobrevive à sessão, e Ctrl+F em todo o histórico de rolagem.
- Modo SQL —
/sqlou Ctrl+Shift+Q entra no shell SQL do IRIS, com cores de SQL enquanto estiver lá. - Utilitários do IRIS — compilar um pacote, compilar um grupo de rotinas, gerar uma interface, com a linha exata mostrada antes do envio.
- Zoom — Ctrl + roda do mouse, Ctrl+Mais/Menos, pinça no trackpad; Ctrl+0 volta ao normal.
- Temas editáveis — dezesseis embutidos, de Windows XP e Windows 98 (claro e escuro) a Alto Contraste escuro e claro e Seguro para Daltônicos escuro e claro, com a paleta Okabe–Ito. Duplique qualquer um e todas as cores são suas, inclusive o layout da barra de título.
- Configurações com busca, em português (o padrão) ou inglês, com escala da interface de 100% a 150% e uma escala separada para a barra de título.
- Exportação e log — tela ou histórico como texto ou HTML com cores; logs por sessão com senhas ocultadas e rotação.
- Protetores de tela — Matrix, um logo quicando, ou seu próprio texto ou imagem.
- Login automático — credenciais do cofre de credenciais do sistema, nunca de um arquivo.
- Fechar para a bandeja, sempre visível e atualização automática pelo proxy da própria máquina — nada é baixado sem você pedir.
| Plataforma | Arquivo | Observações |
|---|---|---|
| Windows x64 | consisterm-<versão>-windows-x64.exe |
Portátil — sem instalador. Também em .zip. |
| Linux x86_64 | consisterm-<versão>-linux-x86_64.AppImage |
chmod +x e execute. Requer glibc 2.35+ (Ubuntu 22.04, Debian 12, Fedora 36 ou mais novos). Também em .tar.gz. |
| macOS (Apple silicon e Intel) | consisterm-<versão>-macos-universal.dmg |
Abra e arraste o consisTerm para Aplicativos. |
Cada versão traz seu SHA256SUMS.txt. Além disso, só é preciso uma instância
IRIS ou Caché para conectar — as instâncias locais são encontradas sozinhas.
Sendo honestos, na 0.1:
- Sólido: sessões IRIS e de shell no Windows, e tudo acima que não esteja marcado de outra forma.
- Novo: as versões para Linux e macOS. Compilam sem problemas, mas foram muito menos usadas que a do Windows — relatos são bem-vindos.
- Só no Windows, por enquanto: o terminal suspenso, a bandeja, o menu do
Explorer e substituir o
Iristerm.exena bandeja do IRIS. - Sem assinatura digital: o SmartScreen do Windows e o Gatekeeper do macOS vão perguntar antes da primeira execução. No macOS, clique com o botão direito no app e escolha Abrir.
Tudo fica na pasta de configuração da plataforma — %APPDATA%\consisTerm,
~/.config/consisTerm ou ~/Library/Application Support/consisTerm. Defina
CONSISTERM_CONFIG_DIR para guardar em outro lugar, como ao lado de uma cópia
portátil.
| Arquivo | Para quê |
|---|---|
settings.toml |
Idioma, tema, fonte, janela, sessões, log, perfis |
macros.xml |
Suas macros pessoais |
history.txt |
Comandos digitados num prompt IRIS, para recuperar |
themes/*.toml |
Seus próprios temas |
plugins/shells/*.toml |
Um por shell, encontrado ou declarado |
Senhas nunca vão para um arquivo: ficam no Gerenciador de Credenciais do Windows, no Keychain do macOS ou no Secret Service.
Vindo do newIrisTerminal? A primeira execução copia suas configurações, macros, temas e histórico; a pasta antiga fica como estava.
cargo build --release
cargo testO host de plugins WASM fica atrás de uma feature:
cargo build --release --features pluginsNo Windows sem o Visual Studio, o toolchain GNU precisa de um MinGW-w64 completo ao lado:
winget install Rustlang.Rust.GNU
winget install BrechtSanders.WinLibs.POSIX.MSVCRTO empacotamento das versões fica em packaging/ e está descrito
em docs/releasing.md.
Macros e utilitários do IRIS digitam numa sessão real, e os bancos RDB* são
compartilhados com toda a equipe. Dê confirm="true" a qualquer macro que
altere dados: o consisTerm então mostra o texto exato que vai enviar e espera um
sim explícito.
ZeroVer — a versão principal fica em zero. Licença MIT.
Feito na Consistem.
